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terça-feira, 22 de outubro de 2013

Qual a diferença entre VHF e UHF?

Hoje vamos entender um pouco sobre as diferenças entre VHF e UHF, ver na prática qual que se sai melhor em suas diversas utilidades. Vamos lá:
VHF é a sigla para o termo inglês Very High Frequency (Frequência Muito Alta) que designa a faixa de radiofrequências de 30 a 300 MHz. Este tipo de sinal é utilizado para transmissão de rádio FM, utilizando a frequência entre 88-108 MHz e foi o primeiro método de transmissão televisiva. Também é utilizada em sistemas de navegação terrestre, comunicações aéreas (dos aviões) e radioamadorismo.
Normalmente é uma faixa um pouco melhor para longas distâncias em áreas abertas e zonas não urbanizadas, devido ao formato da onda de radiofrequência, de propagação mais curta.
Já UHF é a sigla para o termo inglês Ultra High Frequency (Freqüência Ultra Alta), e designa a faixa de radiofrequências de 300 MHz até 3 GHz. É ela a responsável pelos sinais de televisão atuais (canais 14 ao 83), rádio e transceptores.
É uma frequência indicada para grandes centros urbanos, pois possui capacidade de reflexão e penetração em obstáculos feitos pelo homem, como aço e concreto dos prédios, pontes, etc.

VHF x UHF: Em sistemas sem Fio, qual é melhor?

Bem, o fato é que se espalhou por aí a ideia equivocada de que os sistemas sem fio UHF têm, de alguma forma, vantagens inerentes muito superiores às dos sistemas VHF. Entretanto, os fatos simplesmente não sustentam essa noção. Assim como ocorre com muitas questões técnicas, o UHF tem tanto vantagens como desvantagens, e o mesmo ocorre com o VHF. Assim, em uma determinada situação, o UHF pode ou nem ser a melhor opção.
sistema sem fio uhf Qual a diferença entre VHF e UHF?
Há vários fatores importantes a serem considerados. Dentre eles, onde os sistemas serão usados, como serão usados e para qual finalidade ou aplicação. O custo sempre é uma preocupação e, invariavelmente, tem um papel na decisão final, pelo menos em parte. Outros fatores também podem ser importantes; por exemplo, se o equipamento será usado em muitas cidades diferentes. Só é possível fazer uma escolha consciente levando-se em conta toda a situação.
Ou seja, os sistemas UHF não detêm nenhuma grande vantagem técnica sobre sistemas VHF equivalentes. A principal vantagem da operação UHF é que há menos chance de interferência, devido ao espectro de frequência mais disponível.
A interferência devida a saídas espúrias de outros equipamentos de radiofrequência é um problema um pouco menor nas frequências UHF, porque há menos transmissores operando em frequências que podem causar problemas. A interferência devida a equipamentos elétricos, dispositivos digitais, computadores e outros equipamentos eletrônicos também é geralmente mais baixa nas frequências UHF. Isso se deve ao fato de o ruído dessas fontes se tornar menos intenso conforme a frequência aumenta. As interferências de todos os tipos não viajam uma distância tão longa como nas frequências VHF.
Os sistemas sem fio UHF custam mais do que os sistemas sem fio VHF similares. O custo maior dos equipamentos UHF se deve à necessidade de usar peças de frequência ultra-alta, que são mais caras, ao maior número total de peças necessárias e à necessidade de técnicas de fabricação mais caras. Outros custos de fabricação também são mais altos, especialmente a quantidade de tempo necessária para ajustar o equipamento e verificar seu desempenho. Embora a diferença de custo entre os equipamentos UHF e VHF esteja diminuindo, é pouco provável que ela desapareça.
A duração da bateria dos transmissores sem fio VHF é quase sempre melhor do que a das unidades UHF similares; ao longo da vida útil de um sistema, a economia com custos de bateria pode ser muito significativa. Para instalações sem fio maiores, o custo das antenas, dos cabos, dos divisores de antenas e dos pré-amplificadores para sistemas VHF geralmente é muito menor e o desempenho costuma ser melhor.
Como se pode ver, as considerações de custo tendem a favorecer a utilização de sistemas VHF, enquanto os sistemas UHF têm menos chance de sofrer interferência. Entretanto, há várias outras questões de aplicação que podem influir na escolha.
antenas vhf ou uhf Qual a diferença entre VHF e UHF?

Como escolher entre UHF e VHF

  • Quer a escolha seja UHF ou VHF, os sistemas de diversidade são altamente recomendados. A diversidade é especialmente valiosa para sistemas UHF, porque as perdas de sinal causadas por múltiplos caminhos são mais incômodas nas frequências UHF.
  • Se os equipamentos sem fio forem operados na região central de uma grande cidade ou em uma área industrial, o UHF pode ser uma escolha melhor, devido às possíveis interferências em VHF. Entretanto, ainda é possível obter uma operação VHF plenamente satisfatória se as frequências forem selecionadas cuidadosamente e se as interferências de equipamentos industriais forem evitadas.
  • Se os equipamentos sem fio forem usados em diferentes cidades, os sistemas VHF que operam nas frequências especiais na faixa de 169-172 Hz são uma boa opção econômica (aplicável nos EUA e no Canadá). Entretanto, essas frequências, às vezes chamadas de “frequências de viagem”, são muito conhecidas e não são uma boa opção em situações onde haja grande quantidade de sistemas sem fio, como em feiras e exposições. Nessas situações, os sistemas UHF ágeis de frequência serão uma melhor opção.
  • Sistemas VHF e UHF de frequência fixa (canal único) nas faixas de TV podem não ser boas opções para uso em viagem. Isso porque todos os canais de TV VHF e a maioria dos UHF são usados em um lugar ou outro e os conflitos de frequência sempre acabam ocorrendo. Sistemas UHF ágeis de frequência serão uma melhor opção.
  • Se os equipamentos sem fio forem usados em situações em que vários outros sistemas sem fio podem estar presentes, os sistemas UHF são recomendados. Isso porque há mais frequências disponíveis, reduzindo as chances de interferência.
  • Os sistemas UHF são boas opções em situações em que é importante que as antenas sejam menores e menos visíveis, como nos casos em que os transmissores precisam ficar ocultos no corpo. O UHF também pode ser preferível se for necessário utilizar antenas de alto desempenho para aumentar o alcance.
Em suma, há muitas situações em que os sistemas VHF oferecem excelente desempenho a preços substancialmente menores do que sistemas UHF comparáveis. Entretanto, há certas situações (por exemplo, quando a possibilidade de interferência for um problema significativo) em que os sistemas UHF são a opção lógica. Obviamente, nem todas as situações foram abordadas, e pode haver complicações de um ou outro tipo, além de outros fatores que precisam ser considerados.
Fonte: http://www.mundomax.com.br/blog/eletronicos/qual-a-diferenca-entre-vhf-e-uhf/

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

15 coisas que podem fazer de você uma pessoa mais feliz


Você já parou para pensar o que faz você feliz? Ficar até mais tarde na cama, encontrar dinheiro esquecido em um bolso ou saborear um prato feito especialmente para você são alguns bons palpites. Mas a felicidade não é percebida da mesma maneira por todas as pessoas e ela pode ir muito além do que imaginamos.

A psicóloga Sonja Lyubomirsky explica em seu livro “The How of Happiness: A New Approach to Getting the Life You Want” que a felicidade de uma pessoa depende 50% da genética, 10% das circunstâncias e os 40% restantes dependem apenas da vontade de cada um de nós em mudar.

Enquanto alguns esperam a felicidade bater à porta, outros preferem correm atrás do que faz bem. Se você faz parte do segundo grupo, confira essa lista desenvolvida pelo Business Insider. Você vai notar que a felicidade pode estar onde você nem mesmo imagina!

#1 – Desenhar comidas

Não há dúvidas de que um belo pedaço de pizza pode deixar você mais feliz. Mas talvez o fato de não ser um alimento lá muito saudável, além de ter uma grande quantidade de calorias, possa acabar com sua alegria na mesma proporção.

No entanto, existe uma alternativa muito mais saudável para deixar você feliz: desenhar! Por mais estranho que pareça, um estudo publicado no Journal of Behavioral and Brain Science descobriu que desenhar comidas calóricas – como um bolo ou uma pizza – ou doces pode melhorar o seu humor.

E não importa se você está ou não com fome, os pesquisadores desvendaram que o impacto positivo da imagem no humor independe de outros fatores. E aí, já está com papel e caneta na mão?

#2 – Ser otimista e realista

Não basta apenas acreditar em um futuro melhor ou ser realista sobre a sua vida, a psicóloga Sophia Chou defende que as pessoas mais felizes são aquelas que conseguem equilibrar o otimismo e a realidade.

Os chamados “realistas-otimistas” são a combinação perfeita dos tipos de personalidade que podem levar uma pessoa ao sucesso. Ao contrário dos idealistas, as pessoas com essa personalidade desejam encarar situações desafiadoras com a clareza da realidade e, para isso, usam a criatividade e seu lado mais positivo para resolver os problemas e ser mais feliz.

#3 – Sujar as mãos

Talvez isso explique porque as crianças parecem tão alegres e satisfeitas quando reviram a terra em uma brincadeira qualquer. Um estudo buscou entender porque ficamos tão felizes ao sentirmos o cheiro de terra molhada de chuva e descobriu que existe uma bactéria no solo que tem a capacidade de produzir efeitos semelhantes aos antidepressivos.

A pesquisa sugere que a bactéria Mycobacterium vaccae estimula a liberação de serotonina no cérebro e sabe-se que baixos níveis de serotonina podem causar depressão. Pacientes com câncer relataram melhora na sua qualidade de vida quando foram tratados com a bactéria. Isso fez com que os pesquisadores repensassem se não seria igualmente saudável que os adultos sujassem suas mãos de lama de vez em quando.

#4 – Trabalhar com flores

Se algum dia você pensar em largar tudo e mudar de profissão, considere a possibilidade de ser um florista ou um jardineiro. Talvez por influência da mesma bactéria que comentamos no tópico anterior, os profissionais que trabalham com flores e plantas foram considerados os mais felizes pela organização vocacional City and Guilds.

Entre os pontos positivos da profissão, mais de 80% dos floristas e jardineiros entrevistados revelaram que consideram seu trabalho útil e recompensador, além de se sentirem reconhecidos e afirmarem que suas habilidades são exploradas diariamente.

#5 – Ter um único parceiro

Também não é preciso discutir o fato de que o sexo faz a vida das pessoas mais feliz. Um estudo publicado no American Economic Review entrevistou mil mulheres e descobriu que o sexo era o que mais trazia felicidade de uma lista com 19 atividades.

No entanto, outro estudo divulgado no Journal of Consumer Psychology aponta que dormir com uma única pessoa pode ser mais satisfatório do que ter vários parceiros ao longo de um ano. “Passear no carrossel duas vezes por semana pode ser melhor do que descer uma vez por ano na montanha-russa”, é o que diz o texto dos responsáveis pela pesquisa.

#6 – Gastar com pequenos prazeres

O mesmo estudo que descobriu que ter apenas um parceiro pode trazer mais felicidade aponta que os pequenos prazeres da vida podem ser mais recompensadores do que grandes investimentos. Isto é, uma porção extra de chantilly, uma manicure bem feita ou um belo par de meias macias podem trazer muito mais felicidade do que um carro conversível ou grandes viagens de férias.

Os pesquisadores ressaltam que a felicidade está mais diretamente associada à frequência do que a intensidade que as experiências positivas causam nas pessoas. Por esse motivo, transformar grandes eventos em pequenos instantes de felicidade pode ser muito mais proveitoso. Então você já sabe – prefira duas sessões de massagens de 30 minutos do que uma longa sessão de 1 hora.

#7 – Almoçar na praia

Almoçar na sua mesa de trabalho pode ser um indício de que as coisas estão atribuladas e isso certamente não lhe trará felicidade. Então, que tal mudar o seu local de almoço para sair da rotina?

Os pesquisadores da Universidade de Sussex, na Inglaterra, estudaram os níveis de felicidade de funcionários que almoçavam em diferentes locais e descobriram que os trabalhadores que passavam alguns minutos por dia diante do mar eram mais felizes. Em último lugar, aqueles que ficavam presos à mesa do trabalho foram considerados os mais infelizes.

Tudo indica que isso acontece porque sair de um ambiente fechado faz com que o sol e o vento afastem a tristeza. Outro dado interesse da pesquisa é que os funcionários que almoçavam no parque se mostravam mais positivos com relação ao seu trabalho em comparação com aqueles que iam para casa ou frequentavam restaurantes.

#8 – Arrumar a cama

Quer ser feliz de maneira rápida e simples? Então arrume a sua cama!

Gretchen Rubin, criadora do The Happiness Project, defende que arrumar a cama é “um dos passos mais fáceis e rápidos de cultivar um senso de ordem” e, segundo ela, a organização contribui para a paz interior. Ao fazer a cama, recuperamos a sensação de controle e nos sentimos mais leves, defende a profissional.

Graham Hill, fundador do TreeHugger.com, sugere uma atividade com efeito semelhante. De acordo com a sua palestra no TED, é preciso esvaziar o quarto. Quanto menos coisas estiverem ocupando espaço, mais feliz você será.

#9 – Ter foco

Por mais que fazer várias coisas ao mesmo tempo seja uma habilidade impressionante, você pode acabar se tornando infeliz por isso. Um estudo da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, descobriu que pessoas que não se concentram nas atividades que estão realizando são menos felizes do que as outras.

Os psicólogos Matthew Killingsworth e Daniel Gilbert alertam que cerca de 46% das pessoas passam as primeiras horas de seu dia pensando em outras coisas e não se concentram no que estão fazendo. “A habilidade de pensar no que não está acontecendo é uma conquista cognitiva que tem um custo emocional”, concluiu o estudo.

#10 – Morar na Austrália

Se mudar para a Austrália não é tão simples quanto arrumar a cama, mas pode ser uma boa opção para você colocar na sua lista de projetos futuros. Pelo segundo ano consecutivo, o país foi eleito o mais feliz do mundo pela OECD (Organization for Economic Cooperation).

Graças à saúde, às altas taxas de empregos e à forte participação cívica, 88% dos australianos se consideram felizes. “A Austrália se sai excepcionalmente bem nas medições de bem-estar, o que podemos notar pelo fato de estar entre os principais países em uma série de tópicos do Better Life Index [índice de qualidade de vida]”, indica a OECD em seu site.

#11 – Comer frutas e vegetais diariamente

Além de fazer bem para a sua saúde, consumir frutas e vegetais regularmente pode fazer de você uma pessoa mais feliz. Um estudo do National Bureau of Economic Research revelou que as pessoas que consomem pelo menos sete porções de frutas e vegetais diariamente são mais felizes do que aquelas que ingerem poucas quantidades desses alimentos.

“Quando comparamos os níveis referentes ao consumo de pequenas e grandes quantidades de frutas e vegetais por dia, o efeito varia de 0.25 a 0.33 pontos de satisfação. Para colocar em perspectiva, o conhecido efeito de estar desempregado corresponde a uma perda de 0,90 pontos nos níveis de satisfação”, explicam os autores.

#12 – Sustentar uma posição de poder

Pessoas poderosas – seja no trabalho, no relacionamento ou entre os amigos – tendem a ter vidas mais felizes, é o que aponta o estudo da Universidade de Tel Aviv, em Israel. A pesquisa, que contou com 350 voluntários, mostrou que aqueles que se sentiam mais poderosos também se mostravam mais satisfeitos com suas vidas, especialmente no trabalho.

“Ao fazer com que as pessoas sejam leais a seus desejos e inclinações, a serem autênticas, o poder faz com que os indivíduos vivenciem grande felicidade”, conclui o estudo.

#13 – Ter uma habilidade

Desenvolver uma habilidade – como tocar um instrumento musical ou saber fazer cálculos complexos de cabeça – pode ser trabalhoso e causar stress. Porém, a longo prazo, isso pode fazer com que as pessoas se sintam felizes e contentes com suas vidas, é o que indica um estudo publicado no Journal of Happiness Studies.

“Frequentemente as pessoas desistem de seus objetivos porque sentem stress, mas descobrimos que no final existem vantagens por aprender a fazer algo bem. Mas o melhor é que não é preciso alcançar seu objetivo para ver os benefícios na sua felicidade e bem-estar”, explica Ryan Howell, co-autor do trabalho.

#14 – Selar seus arrependimentos em um envelope

Pode até parecer estranho, mas um estudo descobriu que reunir materiais que trazem a lembrança de experiências ruins e lacrá-los dentro de um envelope pode melhorar os sentimentos com relação ao acontecimento.

“O que funciona é quando as pessoas selam materiais que são relevantes para memórias negativas que elas têm. Funciona porque não é uma maneira de controlar explicitamente as emoções”, declarou o co-autor Dilip Soman, da Universidade de Toronto, no Canadá.

#15 – Estar cercado de pessoas felizes

Pesquisadores que investigaram cerca de cinco mil pessoas durante 20 anos descobriram que as emoções são como germes – conforme as pessoas veem umas às outras em estados emocionais específicos, essas emoções se espalham de um indivíduo para outro como se fosse uma “contaminação emocional”.

Consequentemente, pessoas que estão cercadas de amigos, familiares e colegas felizes ou que estão no centro de um círculo de amizades tendem a ser mais felizes no futuro, concluíram os pesquisadores.



domingo, 1 de setembro de 2013

6 dicas para liderar melhor e alavancar negócios

Em entrevista à HSM Management, o professor de administração da Universidade de Michigan (Estados Unidos) David Ulrich dividiu algumas dicas para líderes que querem alavancar seus negócios através de uma liderança sustentável. Veja os conselhos abaixo:

1. Simplicidade

Encontre a simplicidade e substitua a confusão conceitual por soluções simples. Isso exige priorizar os comportamentos que mais importam, deixar de lado a análise e partir para a ação com determinação. Converta fenômenos complexos em padrões simples e realize a mudança sequencialmente.

2. Tempo

A sustentabilidade da liderança é evidenciada por onde e como investimos o tempo, assim como com quem e em sobre quais assuntos. Quando os líderes investirem tempo com o mesmo cuidado com que investem dinheiro, a mudança terá mais probabilidade de ocorrer.

3. Responsabilidade pessoal

Os líderes devem assumir responsabilidade pessoal ao garantir que eles façam o que dizem fazer. A responsabilidade aumenta quando os líderes esperam e aceitam comprometimento pessoal e dos outros, e monitoram tal comprometimento. Ao longo do tempo, a liderança torna-se sustentável.

4. Acompanhamento

Meça seu comportamento e seus resultados de maneira específica. Métricas efetivas para o comportamento da liderança precisam ser transparentes, fáceis, oportunas e atreladas à consequências.

5. Aperfeiçoamento, melhoria

Líderes devem dominar os princípios do aprendizado: fazer experimentos frequentemente, refletir sempre, tornar-se resiliente, encarar o fracasso, não se acostumar ao sucesso e improvisar continuamente.

6. Emoção

A sustentabilidade da liderança ocorre quando os líderes não apenas sabem, mas também sentem o que têm de fazer para se aprimorar. Essa paixão aumenta quando os líderes veem a mudança desejada como parte de sua identidade e propósito pessoal.

Fonte: http://olhardigital.uol.com.br/pro/noticia/7-dicas-para-alavancar-sua-empresa/35641

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

10 coisas que você pode parar de fazer para ser mais feliz

Muito se fala em felicidade e no que fazer para conquistá-la. No entanto, dependendo do assunto, é muito mais proveitoso parar de fazer algumas coisas do que adicionar novas atitudes à sua rotina. Nessa lista, o escritor Jeff Haden sugere dez ações que você pode começar a riscar de sua vida para melhorá-la:

1. Culpar

As pessoas cometem erros. Há empregados que não atendem às suas exigências, empresas que não entregam produtos a tempo... Então é muito fácil botar a culpa dos seus problemas nos erros dos outros. No entanto, você também tem parte da culpa. Assumir a responsabilidade quando as coisas dão errado em vez de culpar os outros não é masoquista, mas recompensador. Afinal, você pode se preocupar em fazer tudo melhor da próxima vez e, assim, dar um passo à frente em direção a uma vida mais feliz.

2. Impressionar

Ninguém precisa gostar das suas roupas, carro, posses. Tudo isso são coisas, e mesmo se alguém gostar delas, não significa que vão gostar de você. Claro, aparentemente pode parecer que sim, mas apenas superficialmente e não de maneira substanciosa. E sem substância é impossível ter um relacionamento real. Como relacionamentos genuínos ajudam você a ser mais feliz, tente parar de impressionar os outros e passe a ser você mesmo.

3. Agarrar-se

Quando as pessoas sentem medo ou insegurança, é mais provável que elas se agarrem àquilo que já conhecem, mesmo sabendo que isso pode não ser particularmente o melhor. No entanto, a ausência de medo e insegurança não é felicidade, apenas a falta de medo. Por isso, é importante saber deixar de se agarrar ao que você acha que precisa e ir atrás do que você quer. Mesmo se você acabar não conquistando aquilo que desejava, o simples ato de correr atrás já é suficiente para ajudá-lo a se sentir melhor a respeito de si mesmo.

4. Interromper

Interromper os outros não é apenas rude. Quando você corta o discurso de alguém, o que você quer realmente dizer é “Não estou ouvindo para entendê-lo, estou ouvindo para poder decidir o que eu quero dizer”. Você quer que as pessoas gostem de você? Passe a ouvi-las e se concentre no que elas dizem. Elas passarão a gostar de você, e você vai gostar de como isso vai fazer você se sentir.

5. Reclamar

Suas palavras têm poder, especialmente sobre você. Reclamar sobre seus problemas faz com que você se sinta pior, não melhor. Se algo está errado, não gaste tempo reclamando. Use esse mesmo esforço para tentar fazer a situação melhorar. A não ser que você deseje passar o resto da vida reclamando, é isso o melhor a se fazer. Desse modo, não converse sobre o que está errado, mas sim sobre como é possível melhorar – mesmo que o assunto da conversa seja você, seus colegas ou seus amigos. Lembre-se: amigos não deixam amigos reclamar. Amigos ajudam a melhorar a vida dos demais.

6. Controlar

Você pode ser o chefe, mas a única coisa que você consegue controlar é você mesmo. Se você tentou controlar a vida de alguém, você decidiu que você, seus objetivos, seus sonhos ou mesmo as suas opiniões são mais importantes que os dessa outra pessoa. Em vez disso, tente encontrar pessoas que acreditam no mesmo que você. Elas trabalharão melhor, se divertirão mais e será mais fácil criar relacionamentos de negócios ou pessoais – tudo isso sendo ainda mais feliz.

7. Criticar

Você pode ter mais educação ou mais experiência, mas isso não o torna mais inteligente ou melhor que os outros. Isso o torna único, porém, no final das contas, isso é apenas você. Da mesma forma, todas as pessoas ao seu redor também são únicas. Como todos são diferentes (não melhores ou piores), é muito mais interessante aceitar essas diferenças em vez de reparar e apontar defeitos. Assim, você verá os outros de uma maneira melhor (e poderá esperar o mesmo a seu respeito).

8. Pregar

Se criticar os outros é incômodo, o mesmo pode ser dito sobre pregar. Quanto mais você souber, mais fácil será para você imaginar que sabe de tudo e tentar dizer aos outros o que fazer baseado nesse “conhecimento”. Quando você diz algo sem propriedade, as pessoas poderão até escutá-lo, mas ninguém vai ouvir nada – e poucas coisas poderiam ser mais tristes.

9. Conservar-se

Claro que o passado é valioso e pode te ensinar muito. O mesmo pode ser dito a respeito do passado dos outros. No entanto, não se pode ficar atrelado ao passado. Tudo isso é apenas um treinamento e não define a sua pessoa. Pense no que deu errado antes, mas apenas em termos do que pode ajudá-lo nesse momento, e siga em frente.

10. Ter medo

Todo mundo tem medo de algo. Do que poderia ou não acontecer, do que não vai mudar, do que não seremos capazes de fazer ou de como seremos vistos pelos outros. Desse modo, não é difícil hesitar e esperar um pouco mais antes de arriscar.
Enquanto isso, dias, semanas e meses passam e, junto com eles, os nossos sonhos. Não deixe seu medo impedi-lo de realizar seus planos. Seja abrir um novo negócio, entrar em um novo mercado ou mudar de emprego, dê o primeiro passo hoje e não espere outro dia. Faça qualquer coisa, senão você perde o dia de hoje. Uma vez que o dia de amanhã chega, o dia de hoje está perdido e este é um bem precioso que ninguém vai querer desperdiçar.

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

4 motivos para você não fazer download de arquivos DLL na internet

Há pouca coisa mais frustrante do que você fazer a instalação de um programa que estava louco para testar e começarem a surgir erros na tela. Normalmente, quando o problema envolve uma DLL que esteja faltando, nosso primeiro instinto é procurá-la na internet e armazená-la no computador para que possamos, finalmente, usufruir do aplicativo em questão.

No entanto, esse é um comportamento perigoso que pode colocar a máquina em risco e deveria ser evitado. Neste artigo, separamos algumas das razões pelas quais pode não ser uma boa ideia recorrer a uma DLL de terceiros quando há esse tipo de problema no computador. Porém, vamos começar com uma breve explicação sobre o que é esse tipo de arquivo.


O que é DLL?


DLL é a sigla para “Dynamic Link Library” e se trata de uma biblioteca dinâmica que contém dados que podem ser acessados por mais de um programa instalado no computador. Eles são compostos por sub-rotinas armazenadas em disco que podem ser carregadas na memória e executadas quando um aplicativo realiza o seu acesso.

Uma DLL pode conter código, dados ou recursos (ícones, fontes, cursores, entre outros). Assim, há DLLs para as mais variadas funções, como efetuar o gerenciamento de memória para um aplicativo ou abrir uma janela de mensagem no sistema. Um aplicativo pode conter vários desses arquivos, fazendo com que as suas funções fiquem modularizadas no SO.
Dessa maneira, você pode fazer uma atualização de um programa no Windows em vez de ser necessário remover e instalar novamente a aplicação sempre que houver uma modificação por parte do desenvolvedor. Além disso, quando vários aplicativos utilizam uma mesma biblioteca de funções, o emprego de DLLs reduz a duplicação do código carregado pelo computador.

Tal fato exerce influência no desempenho tanto do software em execução em primeiro plano quanto de as outras aplicações abertas no Windows, fazendo com que tudo fique mais rápido.


Por que não baixar?


Abaixo, apresentamos alguns dos principais motivos pelos quais você deve evitar buscar uma DLL em um site quando encontrar esse tipo de erro.


1. A DLL pode ser parte do problema


Quando você faz uma instalação malsucedida, a falta de uma DLL envolvida comumente é um dos primeiros erros apontados, o que não quer dizer que seja o único. Como as DLLs são apenas partes dentro de um programa, ao baixá-las e fazer a instalação você pode estar resolvendo apenas uma parcela de um problema maior.

Mesmo que instalar a DLL resolva a questão, essa pode ser uma condição temporária, fazendo com que outros erros ocorram posteriormente (inclusive, entre eles, a falta de outras DLLs). O ideal é que você tente corrigir esse tipo de situação reinstalando o programa que possui o arquivo ou uma versão diferente dele, que esteja mais atualizada ou compatível com a versão do Windows utilizada no seu computador, por exemplo.

Dessa forma, você possui uma chance maior de não haver mais problemas relacionados à instalação do programa. Caso a reinstalação do aplicativo não faça uma reparação ou a substituição da DLL sobre a qual você recebeu erros, uma alternativa é buscar o suporte técnico ou o fórum oficial do desenvolvedor em busca de uma solução.


2. Não há garantia da qualidade do arquivo


As DLLs são desenvolvidas, normalmente, pelo responsável pelos softwares. Assim, você vai encontrar esse tipo de arquivo produzido tanto pela Microsoft quanto por diversas outras empresas. Então, o cenário mais comum é que as DLLS sejam criadas como parte do pacote de instalação de um programa.

Apenas o desenvolvedor do aplicativo pode ser capaz de garantir uma versão estável, segura e sem qualquer tipo de modificação da DLL de que você precisa. Assim, você não tem qualquer garantia de que a instalação vai resolver o problema quando a fonte não é a empresa responsável pela aplicação.


3. Os arquivos podem estar desatualizados


Este tópico tem a mesma premissa do anterior. Como um site de DLLs não é uma fonte aprovada pelo desenvolvedor do software, há uma grande chance de o arquivo estar completamente desatualizado. Por isso, se você baixar uma DLL em um site que não seja o do desenvolvedor do programa, ela pode simplesmente não ser compatível com a versão do programa que você está utilizando.

Da mesma maneira, ela pode estar desatualizada com relação ao Windows e não ser mais capaz de funcionar como deveria, o que não vai resolver o seu problema. Aqui também cabe uma observação: há DLLs que são compartilhadas por vários programas instalados no computador. Por isso, às vezes é possível que você receba um erro relacionado a uma DLL quando estiver utilizando um aplicativo e a causa ser a incompatibilidade por parte do desenvolvedor da aplicação com esse arquivo especificamente.

Para ilustrar esse tipo de ocorrência, podemos citar jogos para o computador. Uma atualização no DirectX pode modificar várias DLLs e fazer com que uma delas deixe de ser compatível com um programa, por exemplo. O arquivo em questão é fornecido pela Microsoft e, enquanto ele pode estar perfeitamente ajustado ao software ao qual pertence, nem sempre é o caso para aplicações de terceiros que o utilizavam em regime de compartilhamento.


4. Há risco de alteração na DLL


Dificilmente um site de DLLs seja uma fonte realmente confiável, tanto que a maior parte deles não possui sequer um setor de contato. Assim, não há qualquer responsabilidade referente ao conteúdo distribuído na página. Logo, quando você baixa uma DLL vinda de uma fonte que não seja totalmente confiável, ela pode estar contaminada.

Dessa forma, é possível que você baixe uma DLL contendo um vírus, o que pode resultar em problemas para o computador caso o seu antivírus não seja capaz de detectar a ameaça. Além disso, você também corre o risco de obter uma DLL alterada, que deixe o seu computador vulnerável a invasões.

Ambos são riscos que você corre ao instalar uma DLL de uma fonte duvidosa. Logo, o melhor, como já citado, é sempre evitar esse tipo de ação.


Se eu não posso baixar, o que fazer?


O ideal é que você localize o problema real, que provavelmente não é somente a falta de uma DLL. Como o sistema reporta um erro até que algo o resolva, mesmo que temporariamente, a instalação de uma DLL pode ser apenas uma solução temporária. Caso você não saiba o que fazer, é possível encontrar guias na internet que reportam erros semelhantes e obter uma solução.

Além disso, você sempre pode buscar fóruns sobre o programa e ver se alguém teve o mesmo problema e como fez para resolvê-lo. Da mesma forma, você pode procurar o suporte técnico ou um contato no site do desenvolvedor para esclarecer quaisquer dúvidas ou dificuldades que você esteja enfrentando.

Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/sistema-operacional/43127-atencao-4-motivos-para-voce-nao-fazer-download-de-arquivos-dll-na-internet.htm#ixzz2dOKnG1vL


Fonte: MicrosoftAbout.com PC Support

Atualização do Windows 7 pode inutilizar o seu computador


Você que tem um computador com o Windows 7 deve ter as atualizações do sistema operacional marcadas para serem baixadas e instaladas automaticamente. Se esse é o seu caso, existe uma grande chance de você sofrer com um problema com os últimos pacotes de atualizações, liberados pela Microsoft.

De acordo com diversos usuários, ao instalar os últimos pacotes, em particular a atualização KB2823324, o computador pode não inicializar mais o sistema operacional. Conforme os relatos, esse problema está afetando aqueles que utilizam a versão 32-bits do Windows 7.

A solução para o problema é desativar a atualização automática do sistema operacional, pelo menos até que surja um pacote que acabe com o bug. Caso você já tenha atualizado o computador e está sofrendo com problemas na inicialização do Windows 7, você pode forçar o sistema operacional a se iniciar, pressionando F8. É importante lembrar que você precisará de um disco de boot do Windows para poder restaurá-lo.

Até o momento, a Microsoft não se pronunciou sobre o problema ou liberou uma solução para a atualização defeituosa.

(http://www.microsoft.com/pt-br/download/details.aspx?id=5842#)

Fonte: Microsoft Forum

Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/windows-7/38456-atualizacao-do-windows-7-pode-inutilizar-o-seu-computador.htm#ixzz2dNqEdFU6

7 maneiras para empreender melhor nas redes sociais

Alguns empreendedores têm dúvidas de como promover sua empresa nas redes sociais. O Facebook, Twitter, Google+ e outros sites similares são excelentes para alavancar negócios, mas, é preciso ter foco e objetivo definidos para alcançar resultados. A maneira como os clientes se relacionam com uma marca nas redes merece atenção e cuidado. Confira abaixo sete dicas valiosas, fornecida por especialistas à Exame, que vão te ajudar a obter sucesso nos canais de comunicação.

Não ignore comentários

As redes sociais são espaços de diálogos, por isso é importante estimular a participação e, obviamente, responder aos questionamentos dos usuários. A principal vantagem é ter acesso às críticas e elogios sobre a empresa que não chegariam de forma tão sincera por outros meios. Para Alexandre Suguimoto, presidente da APADi (Associação Paulista das Agências Digitais), se abrir um canal de comunicação esteja preparado para atendê-lo. Caso contrário é melhor nem criar uma conta.

Defina onde quer estar

Para Grazielle Mendes Rangel, consultora de inovação digital e coordenadora do curso de Inovação Digital, Planejamento e Estratégia em Redes Sociais do Ibmec/MG, o perfil do consumidor da marca é que vai ajudar o empreendedor a escolher a melhor rede para atuar. O Pinterest, por exemplo, pode ser interessante para empresas que tenham boas fotos de produtos. O presidente da APADi ainda sugere avaliar os sites como se fossem vitrines, e criar contas com nome da empresa para garantir a conta, mesmo que não sejam usadas no futuro.

Produza conteúdo correto

As redes sociais são espaços para conteúdos diferentes e não campanhas tradicionais de marketing. O ideal, segundo a coordenadora da Ibmec/MG, é produzir conteúdos que tenham a ver com a marca. Saiba quem é o publico, que tipo de informação é relevante para ele e quais são os valores da empresa. Com estes aspectos definidos, publique temas de interesse do consumidor, e se certifique de que as imagens e textos usados não tenham direitos autorais. Caso contrário, o post pode ser removido da página.

Foco no planejamento

Para um dono de uma pequena empresa, montar uma equipe para se dedicar ao gerenciamento das redes sociais pode não ser viável. Mas, ter planejamento e acompanhamento é indispensável. "É um espaço para desenvolver os produtos e monitorar a concorrência. O que acontece nas redes tem que fazer parte da reunião de pauta das decisões estratégicas", afirma Grazielle.

Tenha consistência

Muitas vezes as empresas começam empolgadas nas redes sociais e depois perdem a freqüência de posts. Isso é muito ruim, pois limita a criação de um relacionamento contínuo com os consumidores. Os posts precisam de consistência: nem o excesso e muito menos a escassez são permitidos.

Crie regras de conduta

Mensagens desrespeitosas, xingamentos e palavrões são comuns em reclamações de consumidores. O recomendável é criar uma política de utilização da página, informando aos usuários que mensagens com esse tipo de conteúdo não serão aceitas.

Integre as redes com os outros canais da empresa

Ter bastante conteúdo nas redes sociais pode ser bom e valorizar a marca, mas não deve ser o único foco do empresário. Não é bom apostar tudo nas redes sociais e substituir até mesmo o site da empresa por uma página no Facebook, por exemplo. De acordo com Grazielle, é importante que exista um alinhamento entre os canais e que cada um tenha um planejamento e papel diferentes, porém, complementares.

5 qualidades que um bom profissional precisa ter

1.    Visão ampla do negócio 

Interesse por todas as áreas da empresas revela um aspecto de quem assume a posição de empreendedor, mesmo sendo funcionário.

2.    Tempo e vontade de ir além das suas atividades

Pessoas com perfil empreendedor não ficam restritas às atividades de rotina. Elas são proativas, fazem as suas entregas obrigatórias e ainda encontram tempo para realizar atividades extras.

3.    Espírito de liderança 

Não é preciso ser chefe para ter espírito de liderança. Profissionais podem inspirar colegas e engajar pessoas em projetos que vão gerar mais negócios à empresa.

4.    Criatividade

Ser criativo em tarefas diárias melhora o desempenho da companhia, que pode conseguir reduzir custos ou aumentar produtividade. Ao observar o todo, muitas ideias surgem e não precisam necessariamente serem inovadoras.


5.    Atitude

Pessoas que têm atitude geralmente se antecipam à demanda e passam a ser disputadas pelas empresas. 

Veja 5 mitos sobre o trabalho em equipe

Ninguém duvida de que boa parte das empresas depende do trabalho em equipe. Quando algumas pessoas atuam juntas com o mesmo objetivo, de forma geral, isso permite responder mais rápido às demandas e aos problemas. 

No entanto, o professor de psicologia organizacional e social da Harvard University, J. Richard Hackman, defende que nem sempre isso acontece e boa parte das corporações tem uma visão equivocada sobre o assunto.


A seguir, Hackman detalha os cinco principais mitos sobre o trabalho em equipe que podem interferir, de forma negativa, nos resultados.



Mito 1 – A harmonia entre os colaboradores é essencial


O que ocorre é justamente o oposto, mostram pesquisas. Conflitos, quando bem gerenciados e focados em um objetivo comum, podem gerar soluções mais criativas. Os questionamentos são bons para a equipe. Além disso, pesquisas detectaram que as orquestras sinfônicas nas quais nem todos os membros estão em harmonia tendem a tocar um pouco melhor do que a média.


Mito 2 – Novos membros trazem energia e frescor de ideias


Na realidade, as pessoas que já trabalham juntas há algum tempo conseguem entregar melhores resultados do que grupos nos quais existe uma rotatividade maior de pessoas. O professor cita que trata-se de um tema comprovado cientificamente, apesar da crença de que quem está junto há muito tempo tende a ficar acomodado.


Mito 3 – Quanto maior a equipe, melhor


Acredita-se que quanto maior o grupo, mais chances de sucesso, já que aumenta o esforço para conseguir um objetivo comum. No entanto, equipes excessivamente grandes dificultam uma colaboração efetiva entre seus membros, o que acaba com o principal diferencial do trabalho em time. Além disso, fica mais complicado coordenar as atividades conjuntas.


Assim, pequenos times tendem a ser mais eficientes e gerar menos frustrações.


Mito 4 – Reuniões presenciais são coisa do passado


Por mais que as tecnologias tenham facilitado a comunicação entre as pessoas, fazer um trabalho 100% a distância pode não ser tão eficiente. Pessoas trabalhando de forma remota tendem a ficar em desvantagem. Uma série de empresas que trabalham com equipes dispersas já percebeu, segundo o professor de Harvard, que isso aumenta o tempo e os gastos dos projetos, em relação ao modelo tradicional, no qual os profissionais têm um contato face a face.


Mito 5 – Tudo depende do líder 


A participação do líder, realmente, faz a diferença no trabalho em equipe. Mas a coisa mais inteligente que um chefe pode conseguir é criar condições para que cada membro de uma equipe consiga gerenciar sozinho suas tarefas e demandas.


Além disso, o papel da liderança é garantir que as coisas ocorrerão como o previsto. Pesquisas indicam que as habilidades do chefe no dia a dia só correspondem a cerca de 10% das variáveis para o sucesso de um trabalho. A maior parte, 60%, está relacionada ao ambiente para elaboração das iniciativas.